Pesquisar este blog

Carregando...

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Os oficiais respondem a uma ação judicial Policiais de Hawthorne, na Califórnia, agrediram um deficiente auditivo que tentava explicar que era portador da deficiência, por meio da linguagem dos sinais. Jonathan Meister estava levando algumas caixas para seu carro, quando policias que haviam sido alertados sobre um assalto na mesma residência chegaram no local. O caso ocorreu na última semana. Os oficiais mandaram Meister interromper o que estava fazendo, mas, como era surdo, o jovem descumpriu a ordem. Ele tentou usar a linguagem de sinais para se comunicar com a polícia, mas os oficias Jeffrey Salmon, Jeffrey Tysl, Erica Bristow e Mark Hultgren interpretaram os gestos de Meister como agressivos. Os policiais agrediram Meister com chutes e pontapés e disparam choques duas vezes contra o rapaz. Segundo o jornal The Raw Story, os oficiais teriam espancado o rapaz até ele ficar inconsciente. Mesiter foi levado a um hospital pelos policiais, e lá foi acusado de ter agredido os oficiais. Mais tarde, a acusação foi retirada e os policias agora respondem a uma ação judicial. Meister moveu um processo contra a polícia por violar seus direitos como portador de deficiência, conforme prevê o American with Disabilities Act. Na ação judicial consta que o “incidente ocorreu em parte substancial porque o departamento de polícia de Hawthorne não forneceu aos seus funcionários treinamento e recursos para servir pessoas com deficiência auditiva”. O departamento divulgou uma nota sobre o incidente: “Os oficiais de departamento de policia de Hawthorne são treinados para lidar com incidentes, em que a comunicação, por diversas razões, pode ser difícil. Os policiais fazem todos os esforços para se comunicar de forma eficaz e encontrar uma solução pacífica para cada um dos incidentes deste gênero”.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Samba Puro em libras e braile na avenida.

Samba Puro em libras e braile na avenida
Alice Schreiner*

Samba Puro. Foto: Divulgação
A Academia de Samba Puro não quer deixar ninguém de fora do espetáculo que está arquitetando para o Carnaval de 2014. Pensando nisso, idealizou uma iniciativa pioneira. 

Mais do que incluir em seu desfile pessoas com deficiências (PcD), a escola do Grupo Especial levará à avenida intérpretes de Libras (a "linguagem dos sinais") para que deficientes auditivos cantem junto e distribuirá a letra da obra em braile para os deficientes visuais lerem. 

"Convidamos a todos para estarem conosco, sem preconceitos e indiferença. Trabalhamos por inclusão. É por isso que levamos escrito em nossos uniformes: 'Não mexe comigo, porque não ando sozinho'. E a Samba Puro trouxe para seu Carnaval mais parceiros para abrilhantar esse espetáculo", conta Emerson Waner, diretor de Carnaval da Samba Puro. 

O novo parceiro a que se refere é a FADERS (Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência e com Altas Habilidades no RS). A reunião foi realizada na tarde de quarta-feira, dia 9:

"Participarmos da criação de uma ala para as PcD e suas representações. O destaque da reunião foi a consciência dos membros da Samba Puro, que falaram sobre a importância de o samba estar em braile e a comunicação com os surdos também ser garantida através de intérprete de Libras. Essa é a maior demonstração de que a Sociedade Gaúcha está à frente de novas atitudes de inclusão social, deixando o preconceito para a história", declarou Marli Conzatti, presidente da Faders, entidade vinculada à Secretaria dos Direitos Humanos.

No Carnaval de 2014, a Samba Puro apresentará o enredo "Sou Maria e trago outras Marias para o meu Carnaval".



*Fonte: Baticumbum

sábado, 12 de outubro de 2013

1º Encontro de Pais da Família Azul de São Gonçalo.




Amigos, vamos precisar de TODOS neste dia. Aguardo vocês!





quarta-feira, 12 de junho de 2013

Palestra sobre Inclusão.

INCLUIR 2013 | Rio de Janeiro - Entrada Franca

Mesa-Redonda: Direitos da Pessoa com Deficiência - Paulo Messina; Barbara Parente e Ulisses da Costa Batista;

Integração Sensorial como ferramenta da prática pedagógica - Bianca Fonseca;

Autismo e Gestalt-terapia - Marcio Giansante;

Qual o seu papel na Inclusão? Família, Escola e Sociedade - Emanoele Freitas

Mais informações e inscrições: (21) 25778691 | 32462904 

sábado, 30 de março de 2013

sábado, 16 de março de 2013

4ª SEMANA DE CONSCIENTIZAÇÃO DO AUTISMO DE VOLTA REDONDA.

Atenção, Palestra Importantíssima na 4ª Semana de Conscientização do Autismo de Volta Redonda!
Entrada Franca
Vamos nos programar!


Descrição do cartaz:
Cartaz com fundo azul e fotos dos palestrantes.


4ª SEMANA DE CONSCIENTIZAÇÃO DO AUTISMO EM VOLTA REDONDA (DE 01 A 07 DE ABRIL).

Com a participação de:

Martin Fanuchi - (Publicitário, sócio fundador da Revista Autismo e pai de Júlia, autista.)

Bárbara Parente - ( Bacharel em Direito, Pós-graduada em Segurança Pública e Cidadania, Colaboradora da Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da OAB/RJ e mãe de Lucas, autista).

e Berenice Piana - (Ativista da causa autista, membro fundador do Grupo de Pais Mundo Azul, autora do Projeto de Lei nº12.764/12 e mãe do Dayan, autista).

Hora: 19 horas.
Local: Auditório da UFF.
Endereço: Rua Desembargador Ellis Hermydio Figueira, 783, Aterrado - Volta Redonda.
Entrada Franca.

domingo, 2 de setembro de 2012

O MUNICÍPIO DE SÃO GONÇALO NO RIO DE JANEIRO E O TRATAMENTO DISPENSADO AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA.

O MUNICÍPIO DE SÃO GONÇALO NO RIO DE JANEIRO E O TRATAMENTO DISPENSADO AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA.

Por Bárbara Parente.

Fico pensando como um cadeirante consegue exercer sua cidadania na cidade de São Gonçalo. Será que sua cidadania é respeitada?

Utilizo São Gonçalo como caso concreto, por ser a minha cidade ( quer dizer, moro nela), porque se fosse minha mesmo, com certeza este DIREITO seria respeitado.

E veja que o cadeirante em grande parte tem somente como restrição o fato de não ter mais como andar por suas pernas e de forma alguma isto está concatenado com o fato de restringir o seu direito basilar assegurado na Constituição que é o direito de ir e vir.

Desenho Universal é algo que acredito que São Gonçalo nunca ouvir falar.

Infelizmente São Gonçalo possui calçadas com buracos, estreitas ou simplesmente inexistentes. As poucas calçadas existentes fazem com que  as pessoas precisem competir com os carros estacionados sobre elas.

Para as pessoas que tem as suas pernas funcionando a todo vapor, estas podem até fazer a gentileza, o favor de gingar o corpo para lá e para cá e passar por entre o espaço quase inexistente deixado pelo carro. E olha que segundo o Código de Trânsito, o veículo maior deve ter cuidado com o veículo menor, até chegar ao pedestre. Parece ironia isto aqui na minha cidade! Rs.

Mas e a pessoa que utiliza a cadeira de rodas?Que no lugar das suas pernas para se locomover utiliza as rodas da cadeira? Como faz para andar nas calçadas de São Gonçalo? Simplesmente não faz ou anda pelas ruas, como se carro fosse!

Isto é muito grave! Estou focando aqui nas pessoas com deficiência, mas vai muito além. Perpassa pela pessoa idosa, pelos pais que andam com suas crianças nos carrinhos, enfim, foco neste texto as pessoas com deficiência por alguns motivos que são:

·         A insistência de algumas pessoas (graças a Deus não são todas) em fazer as pessoas com deficiência serem “invisíveis”;

·         A Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, esta incorporada ao nosso ordenamento jurídico com status de Emenda Constitucional.

·         O grave erro que é pensar que pessoa com deficiência é digna de pena, que é uma pessoa acamada, pessoa incapaz, que não sai, não passeia, não trabalha, não estuda, não produz, não, não, não,... É tanto não que a cidade de São Gonçalo dá as pessoas com deficiência que eu não sinto pena das pessoas com deficiência, como muitos (infelizmente) ainda sentem. Na verdade, sinto pena da minha (?) cidade. A cidade de São Gonçalo sim é digna de pena!

Muitos neste momento podem pensar: “Nossa! Que pessoa “cri-cri” é esta? Ela não deve ter carro e não sabe a dificuldade que é estacionar(de forma correta) em São Gonçalo.”

Realmente, estacionar em São Gonçalo é muito difícil (começo a pensar que tudo em São Gonçalo é muito difícil), são poucas as chamadas vagas certas que são mais em conta (existe isso em São Gonçalo?) e os estacionamentos são muito caros. Falo isto com propriedade, pois tenho carro e passo pelas agruras que é estacionar na minha cidade. Fico triste com isto, me sinto explorada, quase que punida por ter carro!

São várias as agruras pelas quais as pessoas com deficiência passam em São Gonçalo, principalmente na área da saúde e da educação, mas estas meus amigos, contarei na próxima oportunidade.

Bem, acho melhor parar de chamar São Gonçalo de minha cidade... Melhor não, afinal de contas antes de ser Gonçalense, sou Brasileira e como tal, NÃO DESISTO NUNCA!